Tomás: inteligência e oração

Sasseta (Stefano di Giovanni, 1392-1450), Santo Tomás de Aquino em Oração (1430-1432), Budapest

Adaptam-se bem a São Tomás de Aquino as palavras do Evangelho que acabámos de ouvir proclamar:  “Quem portanto transgredir um só destes preceitos, mesmo mínimos [da Lei e dos Profetas], e ensinar aos homens a fazer o mesmo, será considerado mínimo no reino dos céus. Mas quem, ao contrário, os observar e os ensinar aos homens, será considerado grande no reino dos céus”.

Tomás começou de longe. O seu caminho foi longo. Sentia-se um apaixonado “filósofo cristão”:  “Por amor a ti estudei!”.

Perseguia uma consciência que, mesmo servindo-se de princípios racionais e métodos filosóficos, se abandonava às inspirações que emanam dos “dogmas”, trabalhava em contacto com eles, considerava-os hipóteses fecundas, servia-se das analogias que sugeriam e, mais do que outras coisas, sabendo que eram verdadeiras, imergia a sua mente de pensador no mistério do qual emergiam. Sabia valorizar as duas formas complementares de sabedoria: a filosófica,que se funda na capacidade que o intelecto possui, dentro dos limites que lhe são conaturais, de averiguar a realidade; e a teológica, que se funda sobre a Revelação e examina os conteúdos da fé, alcançando o mistério de Deus.

Protegia a sua inteligência, feita para a “santa verdade”. Alimentava o recolhimento interior porque, dizia, quando a inteligência trabalha intensamente, a vontade e as suas capacidades afectivas tendem para enfraquecer. Tomás fazia sua a exortação do Livro da Sabedoria: “Por isso pedi, e foi-me dada a inteligência; supliquei, e veio a mim o espírito de sabedoria” (Sb 7, 7). Rezava incessantemente, ou prostrado ou Leia mais deste post

TOMÁS DE AQUINO: ARMONÍA ENTRE FE CRISTIANA Y RAZÓN

Filippino Lippi, Triunfo de São Tomás de Aquino sobre os hereges. O filósofo está cercado por quatro figuras femininas que representam a filosofia, a astronomia, a teologia e  agramática (clique para ampliar)

Do Serviço de Informação do Vaticano, 02.06.2010:

CIUDAD DEL VATICANO, 2 JUN 2010 (VIS).-Benedicto XVI reanudó en la audiencia general de los miércoles, celebrada en la Plaza de San Pedro, las catequesis dedicadas  a los grandes santos de la Edad Media, hablando de Santo Tomás de Aquino, llamado el “Doctor Angélico” por la sublimidad de su pensamiento y pureza de vida”.

El Papa explicó que Tomás nació en torno al mil doscientos veinticinco en el seno de una familia noble, en Roccasecca (Italia), cerca de la Abadía de Montecasino. Siendo muy joven fue enviado a la Universidad de Nápoles, donde se interesó por primera vez por el pensamiento de Aristóteles y sintió la llamada a la vida religiosa.

En 1245 va a París para estudiar Teología bajo la guía de San Alberto Magno, que estima tanto a su alumno que le pide que lo acompañe a Colonia (Alemania) para la fundación de un centro teológico.

“Tomás de Aquino, a la escuela de Alberto Magno, llevó a cabo una operación de importancia capital para la historia de la filosofía y de la teología, así como de la historia y de la cultura -dijo el Papa- : estudió a fondo Leia mais deste post

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