Perseguição hoje: Paquistão – jovem católica sequestrada e islamizada

Igreja Católica no Paquistão se mobiliza para libertar jovem católica seqüestrada e islamizada a força

ROMA, 14 Jun. 11 (ACI) .- “A Igreja Católica no Paquistão está fazendo de tudo para libertar Farah e restituí-la à sua família” afirmou Dom Andrew Francis, Bispo de Multan, diocese onde Farah Hatim, uma jovem católica foi seqüestrada na cidade de Rahim Yar Khan (sul da província de Punjab), forçada a casar com um muçulmano e converter-se ao Islã.

Em declarações à Agência Fides, Dom Francis disse que “nos últimos dias, a pressão da sociedade civil e da comunidade internacional cresceu e a Igreja do Paquistão começa a alimentar a esperança pela a libertação da menina: A Comissão “Justiça e Paz” foi ativada e usará todos os meios à sua disposição”.

“Estamos mantendo conatos com altos funcionários da polícia para tentar destravar esta triste questão. Estou confiante numa solução positiva. Temos muita confiança em Deus e nos frutos da nossa oração”, confidenciou à agência vaticana Fides o Bispo de Multan.

A Comissão “Justiça e Paz” da Conferência Episcopal do Paquistão está concluindo sua investigação do caso, que é emblemático de um fenômeno generalizado: acredita-se que pelo menos 700 jovens cristãs são seqüestradas e islamizadas a força anualmente. 

Segundo fontes da agência Fides, para o próximo passo para definir o caso, a Igreja poderá tentar uma Leia mais deste post

Perseguição hoje: Iraque – Violência generalizada contra cristãos

Iraque: desânimo dos cristãos com a violência
Já não acreditam em um futuro para o seu país

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ROMA, terça-feira, 14 de junho de 2011 (ZENIT.org) – O assassinato de um cristão ortodoxo, pai de 4 filhos, ocorrido em 31 de maio em Mossul, aumentou a sensação de pessimismo entre os cristãos sobre a perspectiva de um futuro de paz no Iraque.

O arcebispo caldeu Bashar Warda, de Erbil, no norte curdo do país, compartilhou suas impressões em uma entrevista concedida à associação caritativa católica Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), que assiste os cristãos perseguidos.

O prelado contou que o assassinato ocorrido levou alguns de seus fiéis a acharem que já “não há futuro” para seu país de origem e que, no entanto, é perigoso ir embora para outros países vizinhos, devido ao conflito político em que vivem.

Arakan Yacob foi a última vítima de uma série de ataques contra os cristãos no Iraque. Já havia sido objeto de tentativas de sequestro e, na terceira delas, os delinquentes alcançaram seu objetivo, tomando-o como refém. Três semanas antes, outro jovem cristão, de 29 anos de idade, Ashur Yacob Issa, foi raptado e assassinado, depois de sua família não poder pagar o resgate de mais de 100 mil dólares exigido pelos sequestradores.

Dom Warda contou que, desde 2002, mais de 570 cristãos foram assassinados em episódios de violência religiosa ou política. Entre 2006 e 2010, 17 sacerdotes iraquianos e 2 bispos foram Leia mais deste post

Perseguição hoje: Paquistão – censura, rapto e estupro

Extremistas paquistaneses querem proibir a Bíblia
Continuam os ataques contra os cristãos, especialmente no Punjab

Por Paul de Maeyer

ROMA, domingo, 12 de junho de 2011 (ZENIT.org) – Abdul Rauf Faruqi, chefe do partido islamista radical JUI-S (Jamiat-Ulema-e-Islam, Sami-ul-Haq Group, uma cisão do JUI original), anunciou a apresentação de um recurso ao Tribunal Supremo do Paquistão pedindo a proibição da bíblia no país. A novidade foi divulgada em entrevista coletiva na mesquita Mazhid-e-Khizra, em Lahore, capital da tensa província do Punjab, em 31 de maio, conforme informações do diário paquistanês The News.

Para o líder do grupo fundamentalista, que é próximo dos movimentos jihadistas entre os quais se inclui o talibã, o livro sagrado do cristianismo deve ser considerado “blasfemo”, porque é contaminado de passagens ou “acréscimos” altamente ofensivos para os muçulmanos. Segundo Faruqi, os “acréscimos” em questão atribuem comportamentos imorais a vários profetas considerados santos pelo islã e constituem uma “corrupção” da versão original da bíblia.

O clérigo radical afirma que seus colegas ulemás (doutores muçulmanos) querem vingar a profanação do alcorão pelo pastor protestante norte-americano Terry Jones, mas sem queimar a bíblia. Depois de um breve “processo” e com ajuda de outro pastor, Jones queimou publicamente na Flórida, em 20 de março, um exemplar do alcorão, provocando uma Leia mais deste post

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