Tomás responde: Pode haver alguma virtude na prática de jogos e brincadeiras?

Pieter Brueghel, Jogos de Criança, 1560 (clique para ampliar)

Parece que nas atividades lúdicas não pode haver alguma virtude:

1. Com efeito, afirma Ambrosio: “o Senhor diz, ‘Ai de vós, os que rides, porque chorareis!’. Penso, então, que é preciso evitar não só os divertimentos exagerados, mas todos”. Ora, o que pode ser praticado virtuosamente, não deve ser evitado de todo. Logo, não pode haver virtude alguma nos jogos.

2. Além disso, “a virtude é algo pelo qual Deus age em nós, sem nós”, como foi dito antes (I-II, q. 55, a. 4). Ora, Crisóstomo diz: “Não é Deus que nos inspira ao jogo, mas o diabo. Ouve o que, certa feita, aconteceu com os que se divertiam: Leia mais deste post

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