Perseguição hoje: Menina cristã estuprada durante 8 meses no Paquistão

Lahore (Agência Fides) – Raptada e estuprada repetidamente, durante oito meses, por um bando de militantes islâmicos. Aniquilada e traumatizada, converteu-se e foi forçada ao casamento islâmico. 

A história de Ana (nome fictício), menina cristã de 12 anos de idade, é semelhante às histórias de cerca 700 meninas e jovens cristãs, e de pelo menos 250 jovens hindus, que a cada ano sofrem terríveis violências e abusos no Paquistão. Os muçulmanos, contam fontes de Fides em Punjab empenhadas em lhes prestar assistência, “as consideram objeto, mercadoria, e as tratam como animais”.

Há uma forte indignação na comunidade cristã do Paquistão, depois dos inúmeros casos de violência impunes. Como confirmam fontes confiáveis de Fides, “os raptores e estupradores de Ana estão livres porque pertencem ao grupo radical islâmico Lashkar-e-Tayyaba (banido por terrorismo) e a polícia até se recusou de ordenar uma visita médica”. 

O magistrado da região registrou uma denúncia contra alguns homens muçulmanos, mas não dispôs Leia mais deste post

Perseguição hoje: Paquistão – censura, rapto e estupro

Extremistas paquistaneses querem proibir a Bíblia
Continuam os ataques contra os cristãos, especialmente no Punjab

Por Paul de Maeyer

ROMA, domingo, 12 de junho de 2011 (ZENIT.org) – Abdul Rauf Faruqi, chefe do partido islamista radical JUI-S (Jamiat-Ulema-e-Islam, Sami-ul-Haq Group, uma cisão do JUI original), anunciou a apresentação de um recurso ao Tribunal Supremo do Paquistão pedindo a proibição da bíblia no país. A novidade foi divulgada em entrevista coletiva na mesquita Mazhid-e-Khizra, em Lahore, capital da tensa província do Punjab, em 31 de maio, conforme informações do diário paquistanês The News.

Para o líder do grupo fundamentalista, que é próximo dos movimentos jihadistas entre os quais se inclui o talibã, o livro sagrado do cristianismo deve ser considerado “blasfemo”, porque é contaminado de passagens ou “acréscimos” altamente ofensivos para os muçulmanos. Segundo Faruqi, os “acréscimos” em questão atribuem comportamentos imorais a vários profetas considerados santos pelo islã e constituem uma “corrupção” da versão original da bíblia.

O clérigo radical afirma que seus colegas ulemás (doutores muçulmanos) querem vingar a profanação do alcorão pelo pastor protestante norte-americano Terry Jones, mas sem queimar a bíblia. Depois de um breve “processo” e com ajuda de outro pastor, Jones queimou publicamente na Flórida, em 20 de março, um exemplar do alcorão, provocando uma Leia mais deste post

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