A ditadura do relativismo

calvin_relativismo

O relativismo ético impõe a renúncia às convicções próprias. Aquela que parece ser a ideologia da tolerância máxima não admite dissenção, e a ideologia da exaltação dos valores universais, que a síntese da máxima cooperação e integração entre as formas respeitosas de religião alcança, dá margem às maiores aberrações. Resenharemos apenas alguns exemplos dos últimos anos, entre os diversos que temos documentado.

A tirania do pensamento único, em nome da liberdade e dos direitos humanos, tem trabalhado para abolir a objeção de consciência na classe médica em relação ao aborto, à esterilização, à inseminação artificial, à eutanásia; pretende obrigar legalmente os seguros de saúde de associações católicas a fornecerem contraceptivos e abortivos e os hospitais católicos a fazerem abortos cirúrgicos e esterilizações. Como o governante ilustrado que concedia uma graça a seus súditos, são cridos registros de objetores de consciência, ainda que agrupar os profissionais de saúde dessa forma seja claramente discriminatório: “daí a colocar uma estrela amarela (ou “chip”, para poupar suscetibilidades) em seu avental não está muito longe”, diz Juan Manuel Valdes Molin, da Associação para a Defesa do Direito à Objeção de Consciência (ANDOC).

Os legisladores colonizados pela mentalidade relativista conseguiram fazer desaparecer e muitas leis o pátrio poder, os direitos e deveres dos pais de educar seus filhos segundo suas próprias convicções éticas e religiosas: o médico precisa de uma permissão dos pais para colocar um piercing ou fazer um buraco na orelha de uma adolescente, mas não para lhe entregar um contraceptivo ou um hormônio abortivo ou para a colocação de um DIU, ou mesmo para submetê-la a um aborto cirúrgico.

A nova ordem exige que a fé religiosa não tenha a menor visibilidade: uma comissária de bordo ou uma enfermeira que use uma cruz no pescoço ou que diga a um doente que rezará por ele perde o trabalho; assim, a nova ordem pretende remover as cruzes dos espaços públicos, incluindo os cemitérios dos veteranos de guerra; um padre é punido por tocar os sinos de sua igreja; organizam-se ataques contra a presença de crucifixos nas salas de aula e nos tribunais; proíbe-se, na época do Natal, a representação do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo nas praças, lojas e até mesmo no jardim de lares cristãos. Leia mais deste post

Steve Jobs, Pio XI e Calvin

“Lembrar que eu estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que eu encontrei para me ajudar a fazer grandes escolhas na vida. Por que quase tudo – todas as expectativas externas, todo o orgulho, todo o medo de se envergonhar ou de errar – isto tudo cai diante da face da morte, restando apenas o que realmente é importante. Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira para eu saber evitar em pensar que tenho algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir o seu coração.”

.

Steve Jobs e o Papa Pio XI? O que tem a ver? Leia até o final o artigo da Zenit abaixo, sobre notícia publicada no L’Osservatore Romano, e descubra. Calvin vai no final no post.

Jornal vaticano recorda Steve Jobs como “visionário” da tecnologia e da arte

ROMA, 06 Out. 11 (ACI/EWTN Noticias) .- O jornal vaticano L’Osservatore Romano (LOR) recordou o fundador da companhia Apple e inventor do Ipod, Steve Jobs, falecido ontem 5 de outubro, como um “visionário que uniu a tecnologia e a arte”.

Em um artigo titulado “O talento de Mr. Apple”, LOR assinala que Jobs – falecido aos 56 anos de idade depois de vários lutando contra o câncer de pâncreas- “foi um dos protagonistas e símbolos da revolução do Silicon Valley”, o lugar nos Estados Unidos onde estão todas as principais empresas informáticas.

Esta revolução, diz o artigo, também foi uma “revolução de costumes, de mentalidades, de cultura. Revolução filha, mas não herdeira, dos não-preconceituosos anos 70”.

Jobs, prossegue o texto, “foi um visionário que uniu a tecnologia e a arte. Certo, não era um técnico nem um empreendedor. Não era um desenhista nem um matemático. Tampouco era o clássico nerd da informação nem homem de espetáculo. Pirata ou pioneiro? Será a história quem o diga. Enquanto isso ficam suas geniais criações”.

Papa Bento XVI postando no Twitter com IPad

De “gravidez não desejada” a gênio

Steve Jobs nasceu em 24 de fevereiro de 1955 e foi dado em adoção por sua mãe biológica, Joanne Simpson, porque seu pai se opôs à sua relação com Abdulfattah John Jandali, de origem síria e pai biológico do Steve.

Joan e Abdulfattah se casaram depois da morte do avô de Steve. O casal teve uma filha e tentou recuperar o menino, mas legalmente foi impossível.

Jobs, criado por um casal de classe trabalhadora, fundou a empresa Apple com Steve Wozniak em 1976 na garagem de sua casa. “Em apenas dez anos a sociedade chegou aos Leia mais deste post

Tomás responde: O diabo pode levar à necessidade de pecar?

Clique para ampliar

Parece que o diabo pode levar à necessidade de pecar, visto que:

1. Com efeito, um poder maior pode impor necessidade ao menor. Ora, no livro de Jó está escrito do diabo: “Não há um poder na terra que se lhe possa comparar”. Logo, o homem que é terrestre pode ser levado à necessidade de pecar.

2. Além disso, a razão humana não pode ser movida senão pelo que exteriormente é proposto aos sentidos exteriores e representado à imaginação, pois todo nosso conhecimento vem dos sentidos e não se conhece sem as representações imaginárias, como se diz no livro da Alma. Ora, o diabo pode mover a imaginação, e também os sentidos exteriores. E Agostinho diz que Leia mais deste post

%d blogueiros gostam disto: