O ato do homem recebe a espécie do fim?

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Este é um daqueles artigos que, ao serem lidos pela primeira vez, parecem não trazer nada de “prático” ou mesmo de interessante, e que apenas por um rigorismo escolástico parece estar ali, entre o “convém ao homem agir em vista do fim?” e o “há um último fim para a vida humana?”, estes sim, na aparência muito mais interessantes. No entanto, a questão de fundo não é, absolutamente, desprovida de interesse: será que todos os atos humanos são atos morais? Mas, afinal, o que torna um ato moral ou natural? O fato de matar um homem (exemplo de Santo Tomás no artigo em questão) tem um valor moral único e absoluto? Novamente o conceito de finalidade é fundamental para responder a essas questões, enquadrando-o perfeitamente no conjunto da questão sobre o último fim do homem.
Muito boa no presente artigo é a resposta à terceira objeção, em minha opinião um daqueles casos em que a resposta é mais interessante que o próprio corpo do artigo.
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