O argumento “científico” do ateu

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Quer divertir-se um pouco com os ateus?

Eu confesso que ri um bocado com as perguntas feitas aos ateus. E também achei muito interessante que, ao final, o assunto vá em direção à lei natural (ou lei moral), na minha opinião um dos mais fortes argumentos contra o ateísmo. 

Caso interesse, eu já coloquei no blog quatro artigos sobre esse tema. Destaco o texto de Lewis, tirado do livro “Cristianismo Puro e Simples” (Mere Christianity). Assim como Chesterton, Lewis é um autor cuja leitura considero extremamente prazerosa. Confira:

♦ A Lei Moral, ou “Como deixar um ateu em maus lençóis”
♦ A Lei Moral 2: Lewis e a lei natural
♦ A Lei Moral 3: O Esplendor da Verdade
♦ A Lei Moral 4: Há em nós uma lei natural?
A Psicologia e a Lei Natural
A Psicologia e os valores
 
Veja também a notícia da conversão de uma blogueira ateísta graças à lei moral:

Famosa blogueira atéia converte-se ao catolicismo

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Chestertoninas: Bom e mau gosto

“O bom gosto, a última e mais desprezível das superstições, teve sucesso em silenciar-nos onde todos fracassaram. Sessenta anos atrás, era de mau gosto ser um ateu declarado. Então, surgiram os bradlaughitas [seguidores de Charles Bradlaugh, o mais famoso ateu militante do século XIX na Inglaterra], os últimos homens religiosos, os últimos homens a se preocuparem com Deus; mas não puderam alterar a situação. Ainda é de mau gosto ser um ateu declarado. Mas a agonia deles conseguiu apenas isto – agora é igualmente de mau gosto ser um cristão declarado. A emancipação apenas trancou o santo na mesma torre de silêncio do heresiarca.”

G. K. Chesterton, Hereges

O problema lógico do sofrimento

Interessante vídeo de Willian Lane Craig (com legendas em português) sobre o problema do sofrimento. Para um aprofundamento do tema, leia os artigos “TOMÁS RESPONDE: O MAL É ALGO?“, “DOUTRINA SOBRE O MAL” e “TOMÁS RESPONDE: DEUS É ONIPOTENTE?“. Também são interessantes os quatro artigos sobre a lei moral, que iniciam com o artigo “A LEI MORAL OU ‘COMO DEIXAR UM ATEU EM MAUS LENÇÓIS’“.

Fonte: Deus em Debate

A Lei Moral, ou “Como deixar um ateu em maus lençóis”

Michelangelo Buonarroti, 1511, teto da Capela Sistina, Roma (clique para ampliar)
Leia também:
♦ A Lei Moral 2: Lewis e a lei natural
♦ A Lei Moral 3: O Esplendor da Verdade

A princípio, acreditava que uma investigação completa de uma base racional para a fé negaria os méritos da crença e reafirmaria minha posição de ateu. No entanto, determinei que examinaria os fatos, não importassem os resultados. Assim teve início um estudo rápido e confuso sobre as principais religiões do mundo. Muito do que encontrei em edições simplificadas de religiões diferentes (achei a leitura dos verdadeiros textos sacros difícil demais) deixou-me totalmente atônito, e vi poucos motivos para me lançar a uma ou outra das diversas possibilidades. Não acreditava que houvesse base racional para uma crença espiritual subjacente a qualquer uma daquelas religiões. Isso, contudo, logo mudou. Fui visitar um pastor metodista que morava na mesma rua que eu, a fim perguntar-lhe se a fé tinha algum sentido lógico. Ele escutou com paciência minhas divagações confusas (e talvez blasfemas); em seguida, apanhou um livrinho em sua prateleira, sugerindo que eu o lesse.

O livro era Cristianismo Puro e Simples (clique para baixar), de C. S. Lewis. Nos poucos dias que se seguiram Leia mais deste post

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