Romance filosófico com Santo Tomás de Aquino

Relação fé-ciência é abordada em novo romance
Debate filosófico de 1270 volta como história atual

Por Antonio Gaspari

ROMA, terça-feira, 3 de julho de 2012 (ZENIT.org) – São Tomás está em Paris e preside a cátedra de teologia. Luís IX se prepara para uma nova cruzada. Tempier, bispo de Paris, está às voltas com questões de doutrina “em odor de heresia”.

Enquanto isso, em Bagdá, doze anos se passaram desde a conquista dos mongóis. A cidade está lentamente se reerguendo. No Cairo, Bayrbas consolida o seu poder, arranca Damasco dos mongóis e se prepara para apoiar o exército cristão.

É neste contexto que se desenrola o romance 1270, escrito por Giuseppe Mazzi e publicado pela If Press (www.if-press.com). Apesar dos muitos detalhes históricos apresentados, o autor afirma que é um romance filosófico, em que o verdadeiro debate é sobre a relação entre a ciência e a fé.

A curiosidade pelo tema e pelo contexto histórico do livro levou ZENIT a entrevistar Giuseppe Mazzi, ex-professor de história e filosofia.

Por que um número, 1270, como título do romance? O que ele significa?
Mazzi: Nenhum significado oculto. Esse número é simplesmente a data dos acontecimentos narrados.

São Tomás, Luís IX, o bispo Tempier de Paris, Al Gazali, Avicena e Averróis… Como é que todos esses personagens entram no romance?
Mazzi: São Tomás, São Boaventura e Tempier estavam vivos e ativos em 1270. Al Gazali, Avicena e Averróis estavam mortos já fazia muito tempo, mas eram Leia mais deste post

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