Mudando as mentes das crianças

Crianças_doutrinaçao

Excerto de Reinventing the World — Part 2: The Mind-Changing Process) (Reinventando o Mundo — Parte 2: O Processo de Mudança da Mente):

A Dialética Hegeliana se tornou uma pedra fundamental não somente do sistema educacional global, mas do Gerenciamento da Qualidade Total (TQM) em todos os tipos de organizações governamentais, corporativas e privadas em todo o mundo. Enquanto isso, os programas de treinamento, a tecnologia de avaliação e os sistemas de rastreamento de dados que complementam e monitoram esse processo psicossocial estão se tornando cada vez mais sofisticados e intrusivos.

Nossa sociedade pós-moderna mostra os efeitos dessa ideologia revolucionária. Portanto, não deve ser surpresa para nós que uma professora da quinta-série em uma escola do ensino fundamental na região de Seattle tenha usado a intimidação para torcer a verdade absoluta de um aluno e torná-la uma opinião pessoal. Ela tinha dito para a classe completar a frase: ‘Se pudesse desejar três coisas, eu escolheria…”

Um aluno cristão escreveu “infinitamente mais desejos, encontrar Deus e que todos meus amigos sejam cristãos”. Como os desejos de cada aluno seriam colocados na parede para uma exposição promovida pela escola e que seria aberta ao público, eles tinham de ser absolutamente corretos. Mas, os desejos escritos por Mateus não foram aprovados. A professora lhe disse que seu último desejo poderia ofender aqueles que não compartilhavam de suas crenças. Mateus não queria ofender ninguém, de modo que concordou em acrescentar “se eles quiserem”.

Ele também tinha de completar outra frase que iniciava assim: “Se eu pudesse me encontrar com uma pessoa, gostaria de me encontrar com…” Mateus escreveu: “Deus, pois é o nosso Criador!”. A professora lhe disse para acrescentar “em minha opinião” na frase.

Quando os pais de Mateus visitaram a escola durante a exposição, observaram as correções que tinham sido feitas.

“— Por que você acrescentou isto?”, sua mãe perguntou.

“— A professora não queria que eu ofendesse os sentimentos das outras pessoas.”

“— Mas estes são apenas os seus desejos…”

“— Foi o que pensei.”

Mateus parecia confuso. Mais tarde, a professora explicou para os pais dele que queria “diversidade” em sua classe e estava cuidando dos outros alunos. Mas por que Mateus não podia compartilhar suas opiniões?

“— Tento instilar as verdades de Deus em meu filho”, disse o pai de Mateus, “mas parece que a escola quer removê-las.”

Ele está correto. A verdade absoluta e os fatos contrários se chocam com a mentalidade necessária para os sistemas de gerenciamento globais. A unidade planejada exige “um novo modo de pensar, novas estratégias, novos comportamentos e novas crenças” que viram a Palavra de Deus e os valores cristãos de cabeça para baixo. A discussão em grupo sob a liderança de um facilitador é a chave para a transformação e o plano da UNESCO para “aprendizado por toda a vida” propõe a participação universal. Em toda a parte, os jovens e os idosos precisam ser treinados para pensar e trabalhar coletivamente.

O professor Benjamin Bloom, chamado de “Pai da Educação Orientada para Resultados” (também chamada de Educação Pragmática), resumiu bem:

O propósito da educação e das escolas é modificar os pensamentos, sentimentos e ações dos alunos… uma grande parte daquilo que chamamos de ‘bom ensino’ é a capacidade do professor de alcançar objetivos afetivos por meio do desafio das crenças estabelecidas dos alunos e levá-los a discutir as questões.

Como o último comentário de Mateus expunha suas “crenças estabelecidas”, a professora as desafiou. Verdades absolutas como “Deus nos criou” não podem ser modificadas ou sintetizadas para agradar ao grupo. Aqueles que adotam uma posição firme com base na verdade ou nos fatos resistem à contemporização e ofendem o grupo.

Este processo de transformação da mente (a Dialética Hegeliana) exigia que os alunos nos países comunistas “confessassem” seus pensamentos e sentimentos em seus respectivos grupos. Professores-facilitadores treinados guiavam então o diálogo no grupo em direção a um consenso pré-planejado. A tese original e a antítese — visões opostas, como cristianismo versus marxismo — seriam fundidos ou sintetizados em “verdades” mais elevadas e sempre em evolução.

Esse programa revolucionário foi incorporado oficialmente na educação pública nos EUA em 1995, quando o presidente Ronald Reagan e o presidente soviético Gorbachev assinaram o Acordo de Intercâmbio em Educação EUA-URSS. Esse acordo colocou a tecnologia americana nas mãos dos estrategistas comunistas e sancionou o uso das estratégias psicossociais soviéticas, incluindo a mídia de massa. Como Julian Huxley sugeriu em 1947:

“As técnicas de persuasão, as informações e a verdadeira propaganda precisam ser deliberadamente usadas como Lenin imaginou — para superar a resistência de milhões à mudança desejada.”

Hoje, uma versão mais sofisticada desse processo de lavagem cerebral dirige a transformação social… ela ajuda a erradicar o individualismo e as atitudes “intolerantes” que poderiam produzir conflito e divisão. Quando vinculados a um grupo e treinados nas novas regras relacionais, poucos se atrevem a ofender a maioria e tomar uma posição contrária.

“Nós nos movemos para uma nova era”, disse a Dra. Shirley McCune, oradora na Conferência do Governador Sobre Educação, em 1989. “O que estamos vendo é a total reestruturação da sociedade…. Não estamos mais ensinando fatos para as crianças.”

As massas precisam aprender a achar que os valores tradicionais são uma ameaça intolerável à paz e os cristãos precisam estar dispostos a trocar seus absolutos dados por Deus pela visão de Huxley de verdades em evolução e pensamento coletivo.”

Mas a Palavra de Deus diz: “E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.”. Portanto, que nosso lema seja “Mais importa obedecer a Deus do que aos homens.” [Romanos 12:2 e Atos 5:29].

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2 Responses to Mudando as mentes das crianças

  1. Pingback: Mudando as mentes das crianças | brigidamariae

  2. Carlos Voltilho says:

    Aqui na Faculdade, a biblioteca respira livros de Marx e de marxistas. São poucos os livros que não seguem essa corrente ideológica. Um dia eu mostrei ao meu Professor um livro que eu estava lendo – Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil – Leandro Narloch – um livro de um autor assumidamente anti-marxista. Não sei se o Professor já conhecia esse jornalista. Mais logo que mostrei o livro, ele disse mil e uma justificativas para mim não ler aquele tipo de livro daquele povo. Eu já pressentia a reação dele. Mais fiz isso para ter certeza. E é assim lá sempre. Sempre que você cita alguém que não é marxista, eles dão para você mil e um defeitos para você não usar tal pensador.

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