O Império Romano é aqui

Os romanos da decadencia

Interessantíssimo artigo do Zé Claudio, no qual mostra as semelhanças da sociedade romana no tempo da decadência com a nossa sociedade de hoje. O mais grave, no meu modo de ver, é a destruição da família. Confira abaixo.

“BRECHAS NOS COSTUMES”

Esse texto está no capítulo III do livro “A Igreja dos apóstolos e dos mártires“, o primeiro dos 10 volumes da coleção “História da Igreja“, de Daniel-Rops.

Os grifos são meus, com a intenção de mostrar a semelhança entre a situação que vivemos hoje e a de Roma às vésperas de sua decadência. É óbvio que os motivos são diferentes, mas os sintomas são muito semelhantes.

E a dica de São Jerônimo continua valendo: “São os nossos vícios que tornam os bárbaros tão fortes”. E basta olhar o mundo para ver os “bárbaros”. Se continuarmos nesse passo, eles virão, não tenham dúvida…

CLIQUE AQUI PARA LER O TEXTO

 

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3 Responses to O Império Romano é aqui

  1. Heitor Azevedo says:

    Ok David, mas o “furto” valeu!
    Vc é uma pessoa muito genial.
    Abraços.
    Heitor

  2. David says:

    Apenas uma correção, Heitor: os negritos não são meus. Foram feitos pelo amigo Zé Cláudio, de cujo blog eu “roubei” o texto.
    Abraço

  3. Heitor Azevedo says:

    Ok David.
    Após meditação do texto separado por Daniel-Rops, conjuntamente com o sublinhamento criterioso seu, convido-o a passear num morgue hospitalar.
    Quando estudante de medicina no terceiro ano, passava os olhos sobre um Tratado de Patologia – senão me falha a memória “Robins”- deparei-me com uma frase à tinta, feito por um anônimo acadêmico que assim dizia: Deste livro, sairão todos os esquifes da humanidade.
    Tento, então, reunir o escritor Daniel-Rops, os seus inteligentes “negritos”, e por último ao anônimo filósofo estudante perdido que garatujou a conclusão no livro de Patologia e, assim me pronuncio:
    No morgue de um hospital qualquer, sempre haverá um cadáver, cujo óbito deveu-se ao câncer.
    Muito bem, deixemos este corpo na lápide por alguns instantes para uma observação muito criteriosa:
    Alguém já viu um homem com um braço de 5 metros, ou perna assim? Não. Longe de mim ausentar-me das proporções e simetria. Quimera, talvez.
    Quando um homem atinge seus limites, a natureza exerce suas leis e o corpo se estabiliza em determinados parâmetros de normalidade. Tudo vai bem: e assim a vida prossegue em seus ditames.
    Mas quando o câncer assedia a este ser outrora organizado, o que teremos é um desastre inevitável.
    No câncer, que é caracterizado por uma só lei, que é a da expansão, em nada contribui para a economia corporal, e por suas células anaplásicas, compete ferozmente com as células organizadas pela nutrição corporal. E o fim disto é claro: se não há combate imediato ao mesmo, o óbito lhe será por fim último.
    Não há mais necessidade de uma outra analogia cuja conclusão é óbvia.
    Daniel-Rops traçou uma bela dissertação, David ao sublinhar as frases forneceu as armas poderosas da invasão pelo exército inimigo, e o nosso anônimo estudante forneceu o ditame final e fatal.
    Muito bom David! Feliz Natal e próspero Ano Novo!
    Heitor

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