Chestertoninas: Bom e mau gosto

“O bom gosto, a última e mais desprezível das superstições, teve sucesso em silenciar-nos onde todos fracassaram. Sessenta anos atrás, era de mau gosto ser um ateu declarado. Então, surgiram os bradlaughitas [seguidores de Charles Bradlaugh, o mais famoso ateu militante do século XIX na Inglaterra], os últimos homens religiosos, os últimos homens a se preocuparem com Deus; mas não puderam alterar a situação. Ainda é de mau gosto ser um ateu declarado. Mas a agonia deles conseguiu apenas isto – agora é igualmente de mau gosto ser um cristão declarado. A emancipação apenas trancou o santo na mesma torre de silêncio do heresiarca.”

G. K. Chesterton, Hereges

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