Chestertoninas: A tirania da especialização

“Teorias gerais são desprezadas em todos os lugares; a doutrina dos Direitos do Homem é posta de lado juntamente com a doutrina do Pecado Original. O ateísmo, aos olhos do mundo atual, é muito teológico. A revolução é, em grande parte, um sistema; a liberdade é, em grande parte, uma limitação. Não teremos generalizações.  O Sr Bernard Shaw resumiu a situação num perfeito epigrama: “A regra de ouro é que não há regra de ouro”. Tendemos cada vez mais a discutir detalhes em arte, política e literatura. A opinião de um homem sobre os bondes tem importância; sua opinião sobre Botticelli tem importância; sua opinião sobre todas as coisas não tem importância. Pode se mudar de opinião e explorar milhões de objetos, mas não deve encontrar aquele objeto estranho, o universo, pois se o fizer, terá uma religião, e estará perdido. Tudo tem importância, exceto tudo.”

G. K. Chesterton, Hereges

Santo Tomás de Aquino, Suma Teológica, Igreja, Teologia, Filosofia

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3 Responses to Chestertoninas: A tirania da especialização

  1. Rodolfo Plata says:

    JAQUE MATE A LA DOCTRINA JUDAIZANTE DE LA IGLESIA. El análisis racional de los elementos que integran la triada pre-teológica judeo cristiana (la descripción neutra del fenómeno espiritual, su explicación y su aplicación), nos permite criticar objetivamente el profetismo judío y la cristología de San Pablo que estructuran la doctrina judaizante de la Iglesia; y visualizar: 1) que las directrices de los ancestros de Israel (patriarcas, profetas, reyes y jueces) contenidas en el Antiguo Testamento, son opuestas a las enseñanzas de Cristo, porque promueven el racismo, el despojo, el sometimiento y/o exterminio de los pueblos no judíos; 2) la omisión capital que cometió Pablo en sus epístolas al mutilar al cristianismo de la doctrina de la trascendencia humana (instruida e ilustrada por Cristo) que se alcanza practicando las virtudes opuestas a nuestros defectos hasta adquirir el perfil de humanidad perfecta (cero defectos), dándonos acceso a las potencialidades del espíritu a medida que nos vamos desarrollando espiritualmente; 3) la urgente necesidad de formular un cristianismo laico enmarcado en la doctrina y la teoría de la trascendencia humana (sustentada por filósofos y místicos, y su veracidad comprobada por la trascendencia humana de Cristo); a fin de afrontar con éxito: “el ateismo, el islamismo, el judaísmo, el nihilismo, la nueva Era y la modernidad”, que amenazan con sofocar al cristianismo. http://es.scribd.com/doc/73946749/Jaque-Mate-a-La-Doctrina-Judaizante-de-La-Iglesia

  2. Antítese é uma síntese equivocada de algo ainda não conhecido…é assim que o mundo enxerga as divergências. Para o mundo, o que você diz conhecer não é conhecido porque ninguém te conhece a fundo. As pessoas vêm e se esforçam pra te perscrutar só para, por inveja, dizerem que já sabiam do que você dizia conhecer e que tudo aquilo era mentira.

    As pessoas não buscam a Verdade, mas um ídolo dela. As pessoas não adoram Cristo, pois não adoram nada: elas simulam tudo externamente o que lhes é puramente fantasioso na alma.

    “Quando quiseres orar, recolha-te a teu quarto” para não se fazer conhecido. Tudo que é conhecido, é definido e rotulado (e assim o é na Teologia também, pretendendo, de forma absolutamente imbecil, ser o “estudo de Deus”).

    Eliphas Levi dizia: “Um Deus definido é um Deus destronado”. Se pudesse escolher (ou se isso lhe importasse), Deus escolheria não se fazer conhecido. Ao menos assim, a dúvida o faria sobreviver no coração do Homem..

  3. eduardo chaves pandolfi says:

    Eu acho que chegamos ao maximo da fragmentação com Derrida. A Metafisica tende a se reconstruir. Para isso é preciso superar o regionalismo de Husserl e o irracionalismo de Heideger. Não acho isso impossível. Infelizmente a Universidade Gregoriana de Roma considera um filosofo da importancia de Jolivet ultrapassado. Ora, o Real é ideal e o ideal é real. O resto é conversa. Isto é que é filosofia. Isto é Jolivet, o maior discipulo de Maritain e não Mounier.

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