Perseguição hoje: Na Inglaterra, cristão é rebaixado no emprego por declaração contra “casamento” gay

MANCHESTER, Inglaterra, 24 de outubro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um cristão administrador de propriedades na Inglaterra foi rebaixado em seu emprego, sofreu um corte de 22 mil dólares anuais em seu salário e quase foi despedido por fazer um comentário no Facebook de que as igrejas cristãs não deveriam ser forçadas a participar de cerimônias de união de mesmo sexo.

Adrian Smith, de 54 anos, foi declarado, por um consórcio de moradia financiado por impostos, como culpado de “má conduta grave” depois que ele disse, numa linha de comentário no Facebook, que permitir cerimônias de mesmo sexo nas igrejas é “levar a igualdade longe demais”.
Escrevendo em sua própria página de Facebook, que não estava acessível a ninguém mais do que seus amigos de Facebook, Smith havia dado uma resposta a uma notícia da BBC sobre uma nova lei polêmica que permitiria que as igrejas conduzissem cerimônias de mesmo sexo. Indagado se o comentário dele significava que ele não aprovava a lei que havia sido proposta, Smith respondeu: “Não, não realmente. Não compreendo o motivo por que as pessoas que não têm fé e não creem em Cristo quereriam se casar na igreja. A Bíblia é bastante específica que o casamento é para homens e mulheres. Se o Estado quer oferecer casamentos civis para os homossexuais, então cabe ao Estado; mas o Estado não deveria impor suas normas em lugares de fé e consciência”.
O consórcio telefonou para a casa de Smith e o chamou para uma reunião disciplinar depois que outro membro do consórcio se queixou. O Consórcio de Moradia de Trafford (CMT), que administra as casas em Sale, na Grande Manchester, removeu Smith de sua posição administrativa que lhe dava um salário de 56 mil dólares por ano, reempregando-o como um “conselheiro” com um salário de 33.500 dólares.
Com a assistência legal do Instituto Cristão, Smith está processando, dizendo que o consórcio quebrou seu contrato ao violar seus direitos de livre expressão e liberdade religiosa.
O sindicato fez uma declaração para a BBC, dizendo que seu código de conduta atualizado “claramente delimitava como os funcionários podem utilizar os sites de relacionamento social como o Facebook”.
“Uns três meses depois que esse novo código foi publicado, o sr. Smith, sem nossa autoridade ou conhecimento e numa página de Facebook que o identificava como administrador no Consórcio de Moradia Trafford, fez comentários que se verificou, por uma investigação disciplinar total em que ele tinha representação do sindicato, que ele quebrou o código de conduta da empresa e outras políticas. “O sr. Smith foi disciplinado por quebra das normas da empresa. O consórcio não fez comentário algum acerca de quaisquer convicções pessoais que ele tem”.
Tom Ellis, advogado de Smith que trabalha no escritório de advocacia Aughton Ainsworth com sede em Manchester, disse que Smith ficou “chocado e angustiado” com o incidente.
“Como cristão, Adrian crê nos valores da justiça, cortesia e respeito pela opinião dos outros. Esses são os valores de uma sociedade madura e saudável. Certamente, isso deixa espaço para colegas debaterem e até discordarem sobre os assuntos da atualidade. Conversas como essa ocorrem em escritórios e fábricas de norte a sul do país todos os dias”.
O incidente vem despertando indignação entre alguns dos populares colunistas de jornal da Inglaterra, até mesmo colunistas da esquerda. Ally Fogg, colunista do jornalGuardian, comentou que Smith havia “expressado, de modo cortês, algumas opiniões relativamente suaves” sobre a questão. “Se o consórcio está preocupado com sua reputação de ser inclusivo e tolerante, não precisava ter agido de forma tão horrível”, escreveu Fogg.
Aquino, Suma Teológica, Igreja, Teologia, Filosofia
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2 Responses to Perseguição hoje: Na Inglaterra, cristão é rebaixado no emprego por declaração contra “casamento” gay

  1. omar r. da silva leviata says:

    o mundo esta perdido tanta bagunça nao respeitam as lei da natureza gay lixo

  2. O comum das pessoas lembra-se de Deus na Igreja quando lá vai, ou em caso de aflição ou necessidade para pedir algo, de resto Deus, no dia-a-dia parece que estorva o andamento da vida.
    Não se vive em função de Deus. ELE ser AMOR é bonito, mas não altera o nosso comportamento, nem sequer serve de referência. E não é referência porque na verdade nâo amamos Deus, apenas nos queremos servir da SUA bondade e AMOR quando nos lembramos que dá jeito.
    O conceito de “amor” que o mundo tem é muito nesta base, mas ao nível meramente humano e esquecendo Deus:
    Se dúvidas houver quanto a esta nossa atitude, é só pensar que quando alguém gostas e estás apaixonado por alguém não vê mais nada senão essa pessoa, quer estar sempre junto dela, falando com ela, fazendo ou recebendo carinhos dela, agradando em tudo a ela e o mais possível, quer estar sempre colados a ela porque isso torna feliz e a ela também. Este tipo de atitude, de sentimento, este querer constante, esta obsessão, este sentimento da livre dependência do outro constitui a felicidade do momento.
    Se com Deus assim fosse…!
    E é aqui que está o problema, é que com Deus não é assim!
    O dizermos que amamos Deus é mera convenção porque parece bem e até dá tranquilidade e segurança a quem nos houve… mas na verdade a nossa afirmação não é verdade, é mesmo mentira. Somos tão bobos que criamos na nossa cabeça a ilusão de que amamos Deus, sabemos que é ilusão criada por nós e depois vivemos iludidos com ela sabendo EM CONSCIÊNCIA que é apenas ilusão, só que o apego ao nosso «euzinho» é tão grande que não queremos dar um passo nem mexer uma agulha para alterar o nosso comportamento. Esta nossa realidade nos faz desejar coisas e ter vontades completamente fora da razão e do bom senso e chegamos ao descaramento de pedir a Deus que os nossos desejos e sonhos irreais se realizem. É óbvio que a nossa razão que sempre subsiste no nosso Espírito nos comunica na hora que o nosso pedido foi ouvido mas recusado por estar desenquadrado do projecto que Deus tem para cada um de nós. Isto nos entristece e nos coloca num canto à margem de Deus e nos faz sentir distantes, muito distantes de Deus, tão distantes que parece à nossa individualidade que Deus é cego, surdo e mudo e aqui entra o DIABO que diz que sim – que Deus tem esses defeitos todos e sopra no nosso «euzinho» e ele aumenta de volume pelo orgulho (de sermos as bestas que somos) com um orgulho do tamanho do mundo.
    Se nos mantemos pela vida fora com esta mesma atitude – distantes de Deus sabendo que ele existe, em nada somos diferentes do Demónio que fez precisamente o mesmo com Deus, e na hora da morte o nosso destino será o de longe de Deus na outra vida para que se cumpra o que sempre foi o nosso desejo aqui na Terra.
    O alheamento em relação a Deus é tão habitual que até se pactua com base no «deixa para lá» com a imoralidade social e política, chega-se até a firmar que o Diabo não existe, no entanto esquecemo-nos de que quem o inimigo poupa às mãs lhe morre. OA Lei do Aborto, os casamentos Homossexuais e outras coisas são disto a prova.

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