Quatro características da religião medieval

Missal Weingarten, iluminura sobre pergaminho, cerca de 1210, 29,2×20,3 cm, Pierpoint Morgan Library, NY

A religião cristã, por muito fiel que seja a si própria e por mais unida que esteja à sua Tradição, adquire, no entanto, matizes peculiares de acordo com cada época. Hoje, no catolicismo francês, enfatiza-se mais o aspecto social do Credo, o necessário retorno às fontes bíblicas e patrísticas, e um conhecimento mais profundo da liturgia. Durante os grandes séculos medievais, observam-se também algumas características, quatro das quais mais acentuadas.

A primeira e a mais essencial é o caráter profundamente escriturístico da vida religiosa. A Sagrada Escritura, a Bíblia, é sem dúvida alguma conhecida pela generalidade dos homens, ao menos por alto. Nos conventos e nas universidades lêem-se muitos outros textos, especialmente os dos Padres da Igreja e em particular Santo Agostinho, mas o que o conjunto dos fiéis conhece é o Evangelho, que é o próprio Cristo ensinado e manifestado; é o restante do Novo Testamento, que evoca os começos da história cristã e que, no Apocalipse, desemboca no misterioso amanhecer do além; e é o Antigo Testamento porque, segundo uma concepção herdada dos Padres da Igreja e universalmente difundida, os seus personagens e episódios contêm o anúncio profético e a prefiguração do Novo Testamento.

A prova de que os cristãos da Idade Média conheciam as Sagradas Escrituras está nas esculturas e nos vitrais das catedrais. Por que motivo os mestres-de-obras teriam multiplicado as páginas dessas “bíblias de pedra” e desses evangelhos transparentes, se os que freqüentavam esses edifícios só podiam ver nelas um enigma? Já se disse que a catedral “falava aos iletrados”, o que é o mesmo que admitir que estes eram capazes de compreender a sua linguagem.

As Sagradas Escrituras são conhecidas porque são estudadas e ensinadas. Mas isso não acontece apenas nos conventos, onde a lectio divina, parte essencial da Regra de São Bento, deve ocupar um terço do dia; nem apenas entre os especialistas e os intelectuais, que assimilam os textos sagrados a tal ponto que – como se vê de maneira impressionante no caso de São Bernardo – o seu pensamento se molda aos dois Testamentos e o seu estilo se impregna de expressões que evocam a linguagem bíblica. O texto santo não está reservado apenas aos padres que sabem latim. Houve senhores feudais amigos das letras que encomendaram traduções de partes que lhes interessavam, como Balduíno de Artres e Guines que, no século XII, admiravam muito o Cântico dos Cânticos.

As traduções da Bíblia multiplicam-se entre os séculos XI e XII: os quatro livros dos Reis aparecem em francês por volta de 1100 e, por volta de 1150, os Provérbios de Salomão em anglo-normando, seguidos logo depois pelos célebres Saltérios de Oxford e de Cambridge. Mais ainda: o cônego Herman de Valenciennes publica em 1190 uma Bíblia traduzida em versos alexandrinos! Este interesse pela Bíblia é tão grande que as autoridades se inquietam, temerosas de que as suas ovelhas se alimentem, à margem do magistério, de textos de difícil compreensão. E era um temor justificado, porquanto os hereges valdenses e albigenses baseavam os seus argumentos em passagens da Bíblia. É, portanto, na própria Escritura, na Palavra de Deus, que a fé encontra em primeiro lugar a sua fonte, e essa é, sem dúvida, a razão do seu frescor e da sua vivacidade.

Um segundo traço característico é a importância assumida pelo culto dos santos, que mergulha as suas raízes nos substratos mais profundos das fidelidades cristãs, mas atinge daqui por diante uma amplitude difícil de ser ultrapassada. Acabamos de ver que não se tratava de uma prática que estivesse a salvo de críticas, pois resvalava facilmente para a credulidade e a superstição, mas é preciso compreender tudo o que havia nele de tocante e profundo. O homem medieval sente-se humilde e desarmado diante do Eterno, e por isso experimenta a necessidade de situar intermediários entre ele e o Todo-Poderoso, de valer-se de homens como ele que, tendo elevado à perfeição a sua natureza, conquistaram o céu. Este desejo da alma – que Nietzsche formulará numa frase célebre: “O homem é algo que quer ser ultrapassado” – é o que impelirá o cristão da Idade Média a admirar os santos, numa atitude que é sem dúvida mais valiosa do que a de idolatrar campeões de boxe e estrelas de cinema.

As vidas dos santos fazem, pois, concorrência à Sagrada Escritura e, a bem dizer, é com dificuldade que o povo simples distingue esta daquelas; para ele, a história das grandes figuras que serviram a Deus é o terceiro painel de um tríptico do qual os dois primeiros são o Antigo e o Novo Testamento, e que merece tanta fidelidade como estes. Os textos que narram essas vidas exemplares são inumeráveis, mas nem todos – muito longe disso – são destinados à leitura na igreja, ao lecionário ou ao breviário; muitos pertencem ao repertório dos jograis e dos poetas itinerantes, como acontece com as canções de gesta, das quais aliás se aproximam. O Miroir historique de Vicente de Beauvais desenvolve a história do mundo balizando-a com santos do Antigo e do Novo Testamento; o beneditino Guy de Chartres, os dominicanos Pedro Calo e Bernardo Guy, reúnem a vida de centenas de santos de todos os tempos em grandes compilações que alcançam muito sucesso. Também não são esquecidos os santos contemporâneos: mal foi martirizado sob o gládio dos cavaleiros reais, São Tomás Becket tem a sua vida narrada com apaixonada eloqüência pelo padre francês Guernes de Pont-Saint-Maxence. E se Giacobo de Voragine, na sua Lenda Dourada, mistura grãos de verdade com gavelas de fábula, nem por isso a sua famosa compilação deixa de incutir-nos uma comovente veneração pelos santos.

Os santos são incontáveis e aparecem em todo lugar. Cada província, cada diocese reivindica para si dezenas deles. Quer na vida corrente, quer na geografia, tudo está sob a proteção desses homens de Deus. Já ao nascer, a criança recebe o nome de um “padroeiro”, que deve venerar com predileção. Para conservar a saúde, deve-se confiar mais nos santos do que nos médicos. Todos sabem que Santa Genoveva cura as febres, que Santa Apolônia e São Brás curam os males de garganta e que Santo Humberto preserva da raiva. No trabalho cotidiano, o camponês invoca São Médard para salvar a vinha da geada, Santo Antão para proteger os porcos e muitos outros para muitas outras necessidades. O pedreiro reza ao Apóstolo São Tomé, o cardador de lã a São Brás, o curtidor a São Bartolomeu, o sapateiro a São Crispim, e todo viajante sabe que não pode partir tranqüilo sem a proteção do Arcanjo São Miguel ou de São João Hospitaleiro. Até as estações do ano são colocadas sob a intercessão dos santos: São Marcos e São Jorge são invocados na primavera, São João no verão e no inverno, São Martinho no outono, e tantos e tantos outros, que até hoje são lembrados entre os camponeses!

Santos e santas têm, naturalmente, o seu lugar nas esculturas e vitrais das catedrais. Acompanhando familiarmente as grandes personagens bíblicas, compõem uma guarda de honra nos pórticos; os episódios da sua vida são invocados juntamente com as cenas dos dois Testamentos, e o povo cristão conhece-os e reconhece-os. É uma fidelidade comovedora. A presença de um santo constitui um vínculo entre os cristãos: a cidade inteira, e até toda a região, reúnem fundos para que as veneráveis ossadas sejam colocadas num relicário digno, em que os esmaltadores empregam todos os tesouros de uma arte sutil. Em certos dias do ano, ou para conjurar um flagelo, organiza-se uma procissão com o relicário do protetor ou com sua estátua, e há uma alegria transbordante quando o objeto venerado avança pelas ruas, levado sobre um cavalo bem ajaezado, enquanto ao redor jovens clérigos fazem ressoar címbalos e tocam trompas de marfim!

Mas neste culto aos santos há algo mais do que uma ingenuidade comovente. Em primeiro lugar, há uma permanente lição de fé e de progresso moral. De cada um desses heróis, o cristão recebe um exemplo sublime; da vida deles, extrai uma norma de conduta para a sua. A expansão do culto dos santos corresponde ao desenvolvimento do dogma da comunhão dos santos. São Bernardo detém-se a descrever a sociedade espiritual que une entre si todos os cristãos da terra e do céu, e que os une a Cristo, sua cabeça. São Boaventura ressalta em termos surpreendentes a teologia dessa noção sublime. Santa Mechtilde de Hackeborn distingue nas suas visões a imagem emocionante dessa Igreja reunida para além da morte. E o que será a Divina Comédia senão a “epopéia da comunhão dos santos”? Não é de fé que as boas obras realizadas pelos santos, mais meritórias porque associadas aos méritos infinitos de Cristo, constituem uma espécie de fundo de reserva para pagar a imensa dívida dos pecadores? O grande dogma de reversão dos méritos é o pano de fundo e dá o seu verdadeiro sentido a uma devoção que, à primeira vista, parece demasiado simples e popular, mas que na realidade foi um dos meios mais eficazes que a Igreja utilizou para elevar a vida moral do homem por meio da fé.

O amor às Escrituras e o culto aos santos já eram dois elementos religiosos de muito peso nos séculos anteriores. O que confere um colorido peculiar e emocionante ao cristianismo medieval são outros dois dos seus traços característicos: a devoção à humanidade de Cristo e o culto a Nossa Senhora: “A grande novidade e o incomparável mérito religioso da Idade Média – escreve Rousellot – é a compreensão e o amor, ou melhor, a paixão pela humanidade de Cristo. O Verbo encarnado, homo Christus Jesus, já não é somente o modelo que se deve imitar, o guia que se deve seguir ou, por outro lado, a luz incriada que ilumina o interior das almas; é o esposo da alma que atua com ela, é o Amigo”.

Sem dúvida, não se deve exagerar a importância desta corrente de fé, a ponto de considerar que exclui as outras, como não se deve sobrevalorizar a sua originalidade. Ao concentrar a atenção na figura de Cristo, a Idade Média não desprezou as outras Pessoas da Trindade. Na arte, as três são muitas vezes representadas juntas, e é nesta época que João XXII institui a festa da Santíssima Trindade. Outro sinal neste sentido é a  popularidade alcançada por hinos como o Veni Creator, herança dos séculos anteriores, e o Veni Sancte Spiritus que Estêvão Langton, arcebispo de Canterbury, escreveu por volta de 1200.

Por outro lado, também não se deve exagerar a originalidade absoluta da devoção medieval por Cristo-homem, da qual se podem encontrar antecedentes até entre os Padres dos primeiros séculos, como Santo Inácio de Antioquia.

No entanto, não é menos verdade que agora se põe um novo acento nessa devoção. “Eu te saúdo, Jesus a quem amo. Tu sabes por que desejo atar-me à tua cruz. Abre-te a mim! Do alto dessa cruz, onde foste levantado, olha-me, meu bem-amado, atrai-me totalmente a ti e dize-me: – ‘Eu te curo, eu te perdôo!’ E, num impulso de amor, ruborizado, eu te abraçarei”. São frases típicas desta nova devoção, neste caso compostas por São Bernardo, o místico que foi verdadeiramente o seu iniciador. Antes dele, Santo Anselmo e João de Fécamp tinham exteriorizado belos “transportes de amor” ao Deus feito homem, mas não com a mesma intensidade nem com a mesma pungente ternura. O cristianismo não esquecerá este canto lancinante de fé; inúmeras almas piedosas haverão de repeti-lo, e São Francisco de Assis, “que é acima de tudo o amigo de Jesus”, multiplicará os seus ecos.

A intenção desta devoção é claramente análoga à do culto dos santos. Também aqui a insistência no elemento humano da segunda Pessoa divina aproxima-a do homem, faz sentir melhor que Jesus é o supremo intermediário entre o pecador e o seu Juiz. Também aqui se exalta um homem plenamente homem, mas superior aos homens, o único modelo. Isto corresponde sem dúvida nenhuma a um decisivo aprofundamento dos dados da Revelação.

Daqui por diante, todos os aspectos humanos do Senhor serão trazidos à luz, estudados nos livros, comentados nos sermões. Falar-se-á do recém-nascido do presépio, de quem São Bernardo evoca até os paninhos que o envolviam. São Aelred de Rievaulx escreverá todo um tratado, aliás requintadíssimo, sobre o Menino aos doze anos. Analisar-se-á o comportamento do Senhor durante os anos da vida pública, para perscrutar melhor os seus ensinamentos. E principalmente meditar-se-á o seu fim, a sua agonia e a sua morte; sentir-se-á “paixão pela sua Paixão”.

O desenvolvimento desta devoção à humanidade de Cristo traz conseqüências em todos os domínios. Refletir-se-á na liturgia, em que a hóstia consagrada, sinal visível do corpo de Cristo imolado, é a partir de agora rodeada de um fervor especial, e em que a festa da Eucaristia, do Corpus Domini – a nossa festa do Corpus Christi -, é criada pela religiosa premonstratense Santa Juliana após o célebre milagre de Bolsena, e depois instituída em 1264 na diocese de Liège e estendida pelo papa Urbano IV a toda a cristandade; será para esta festa que São Tomás de Aquino comporá essa obra-prima que é o hino Lauda Sion. Deve-se à mesma corrente o costume de colocar por toda a parte o monograma de Cristo, IXR – Iesus Christus Rex – que a ordem sueca dos Serafins trará no peito, ao mesmo tempo que os Jesuatos tomam o nome sagrado para de designarem.

É sobretudo na arte que mais se nota esta devoção. Devido a ela, os escultores e mestres vitralistas representarão todas as cenas da vida do Senhor, e haverá fachadas inteiras de catedrais majestosamente ordenadas em torno de Jesus, invocando passo a passo a sua Encarnação, o seu destino na terra e a sua Glorificação, como se vê no Pórtico real de Chartres. Se a escultura românica e gótica nos emociona pelo seu caráter tão humano, não esqueçamos que é porque essa arte se submeteu à fé que, em Deus, soube amar o homem.

Outro aspecto novo da religião medieval é a enorme importância que assume o culto à Mãe de Cristo. Não se trata, como se pretendeu, de uma invenção deste tempo, denunciada por alguns como “mariolatria”. Nascida desde as origens da Igreja, a devoção a Nossa Senhora não cessou de crescer ao longo dos séculos, sobretudo no Oriente, onde a atitude ultrajante de Nestório despertou como reação um extraordinário acréscimo de fervor. A partir do século XI, porém, é no Ocidente que se forma uma verdadeira corrente de amor dirigida à Mãe de Jesus. Por quê? Pela mesma razão por que cresceu o culto dos santos e se acentuaram os aspectos humanos de Cristo: o desejo de contar com mediadores entre o homem e a temível majestade de Deus; quem melhor de que a Mãe poderia interceder junto ao Filho? O certo é que o culto a Maria está intimamente associado ao de Jesus. “Todo o louvor à Mãe pertence ao Filho”, dizia São Bernardo, e Conrado de Saxônia acrescentava: “Para louvar Nosso Senhor, nada melhor do que louvar a sua gloriosa e dulcíssima Mãe”.

Geralmente, atribui-se esta corrente mariana à ação de São Bernardo, aos ensinamentos de São Boaventura e à pregação das ordens mendicantes. Mas, na realidade, não há nenhuma figura espiritual destes três séculos que não tenha trabalhado para reforçá-la e difundi-la. São sucessivamente Santo Anselmo e o seu discípulo Eadmer, os mestres Ricardo e Adão da abadia de São Vítor em Paris, os premonstratenses Filipe da Boa Esperança e o Bem-aventurado Hermann Joseph, e São Francisco, e São Domingos, e muitos outros que deveríamos citar para sermos justos. Se, no entanto, queremos captar ao vivo os sentimentos dos séculos XII e XIII em relação a Maria, devemos recorrer aos sermões de São Bernardo, ou ao Espelho da Bem-aventurada Virgem Maria, de Conrado de Saxônia, ou ainda a essa verdadeira “Suma” mariana em que, em doze livros, Ricardo de Saint-Laurent escreve Os louvores à Bem-aventurada Virgem Maria.

É a época em que são compostas as antífonas Salve Regina e Alma Redemptoris Mater, a primeira talvez pelo bispo de Puy Ademar de Monteil, o animador da primeira Cruzada (sabe-se que os cruzados a cantaram ao entrarem em Jerusalém), e a segunda por um monge de Reichenau, Hermann Contract. É a época em que os cistercienses difundem o costume, proveniente da cavalaria e do amor cortês, de chamar a Maria “Nossa Senhora”. É a época em que os trovadores e menestréis cantam os milagres atribuídos à Virgem, especialmente o do bom Teófilo. É sobretudo a época em que a ave Maria começa a espalhar-se entre o povo cristão e em que não demorará a nascer o rosário. É ainda o momento – seria difícil esgotar a matéria – em que a festa da Imaculada Conceição, celebrada na Irlanda desde o século IX, chega à Inglaterra no século XI e dali se difunde por toda a Europa, e em que a festa da Conceição da Virgem é estabelecida pelo capítulo geral dos franciscanos em 1263.

Maria, Mãe de Cristo, é amada com um amor sem igual, como uma mãe a quem se confiam os sofrimentos, como uma advogada que defende a causa dos pecadores, quase como uma amante sobrenatural. O franciscano Tiago de Milão, em O aguilhão de amor, chama-lhe a “arrebatadora dos corações”. Procuram-se no Antigo Testamento as figuras que a profetizam. Medita-se – Eva, Ave – no mistério que se esconde no fato de a culpa da primeira mulher ter sido resgatada por outra mulher. Cantam-se as alegrias da Virgem, mas também as suas angústias; ao lado de Maria exultante da natividade, contempla-se, de pé, a Virgem das sete dores, a Mãe do Stabat.

Evidentemente, este fervor traduz-se na arte em páginas admiráveis. São inúmeras as igrejas dedicadas à Virgem. Em torno de Notre Dame de Paris, outras sete “Notre Dame” se desenham como as pétalas de uma flor. Nas esculturas dos pórticos, nos tímpanos, Nossa Senhora aparece cada vez mais freqüentemente, a princípio com o seu Filho, depois sozinha e até “em majestade”, atitude outrora reservada a Cristo. Os artistas rivalizam em evocar as suas feições com uma graça requintada. Assim, ocupando na religião o lugar eminente que lhe conhecemos, o culto à Virgem confere ao cristianismo o matiz de uma ternura única e insubstituível: é um dos florões da Idade Média.

Fonte: Daniel-Rops, A Igreja das catedrais e das Cruzadas, Quadrante, 1993, págs 57-64.

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2 Responses to Quatro características da religião medieval

  1. “Os que crêem transformam os obstáculos em desafios; enfrentam, creem no poder de Deus e não se acomodam.” deus esta em todo lugar entao creem nele pq ele estás com tigo e teu cajado nós transforma♥ te amo deus

  2. filipe says:

    eu gosto de jesus

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